Aos X dias do mês Y do ano Z pelas K Horas, na cidade da Parvónia, eu StuntMan Mike, Agente Estagiário da Paródias Malucas, encontrava-me em exercício das minhas funções quando fui informado telefonicamente, pelo piquete do Comando Local das Paródias Malucas, que se encontrava um corpo humano inanimado no lago Rodrigo de Freitas.
De seguida desloquei-me ao citado local onde confirmei a existência do referido corpo, identificando-o pela sua documentação como João Gostoso, nascido um dia, natural de lá, residente no Morro da Babilónia, e que aparentava ter-se afogado no local.
Após confirmada a identificação, o corpo foi retirado do local pela Autoridade de Saúde e dos Serviços de Limpeza Públicos competente, que confirmou o óbito K+1 horas e transporto-o para a morgue “Descanso no fresco”.
Em anexo segue a documentação relativa à certidão de óbito e à entrada da morgue.
Por ser verdade e para constar, lavrou-se o presente auto que, depois de lido e aprovado, vai ser devidamente assinado.
Mare Nostrum
Somos um, somos unidos
e juntos vamos lutar
pra levar este navio
a um bom porto chegar
Na primeira estamos juntos
e aqui vamos ficar
orgulhosos, destemidos
Portugal vamos Honrar
O destino que escolhemos
serve na terra e no mar
lutamos pela bandeira
de uma força singular
e juntos vamos lutar
pra levar este navio
a um bom porto chegar
Na primeira estamos juntos
e aqui vamos ficar
orgulhosos, destemidos
Portugal vamos Honrar
O destino que escolhemos
serve na terra e no mar
lutamos pela bandeira
de uma força singular
sábado, 24 de janeiro de 2009
Suicídio ou Homicídio?
Elementar, cara professora, elementar. Porque??? Então eu passo a explicar, suicídio não foi porque a Anabela gostava de mandar umas “cambalhotas” e como tal não se ia suicidar senão acabavam-se as ditas “farras carnais”! Vai dai, segue a outra hipótese, homicídio. Chegado a esta conclusão também é fácil para mim dizer quem foi, foi o Tó Jó, e é-me fácil de afirmar isto porque eu também já conheci um Tó Jó e ele também era homicida. Satânico convicto, o Tó Jó, numa noite de eclipse lunar, “passou-se” e com uma faca matou o seu pai e a sua mãe, por isso eu acho que este Tó Jó também não “joga com o baralho todo” e como não sei se também se deu um eclipse, pressuponho que sim e vai dai, o Tó Jó matou a Anabela, e também porque as outras personagens parecem-me muito “maricas” para fazer seja o que for!!!
O amor perguntou ao ódio: Porque me odeias tanto? O ódio respondeu: Porque um dia te amei demais.
O amor perguntou ao ódio: Porque me odeias tanto? O ódio respondeu: Porque um dia te amei demais.
Ora aqui está a resposta para o que aconteceu à Anabela. A morte da Anabela não foi mais de que um excesso de amor. Mas por parte de quem? E essa é a famosa "one million dollar question".
Ora aqui está a resposta para o que aconteceu à Anabela. A morte da Anabela não foi mais de que um excesso de amor. Mas por parte de quem? E essa é a famosa "one million dollar question".
Terá sido o namorado da Anabela, o banqueiro, que a seguiu e a viu nos braços musculados de Tó Jó aquando da sua despedida de solteira? Como é que alguém nas vésperas do seu casamento iria reagir ao ver a sua futura esposa nos braços de um ex-namorado? Acho que não iria reagir lá muito bem.
Mas Carlos Alberto apesar de ferido no seu orgulho másculo não se deixou abater, visto ter analisado aquele desaire de uma forma muito mais racional do que se estava à espera.
Casar nunca esteve nos seus planos; mas Carlos Alberto não conseguiu demover Anabela daquele sonho que qualquer mulher tem quando menina: casar na igreja, de véu e grinalda e sem esquecer a famosa flor de laranjeira. Ele até gostava de Anabela mas lá fundo, fundindo, não o suficiente para casar, mas devido ao temperamento instável de Anabela, nunca se atrevera a falar-lhe em adiar o casamento ou mesmo terminar o relacionamento, dado temer pela sua vida, porque só ele conhecia o lado lunar de Anabela de nome "Sorriso Metálico". Lado esse que lhe exigira o famoso anel de noivado, de uma forma muito subtil.
"Coitada", pensou. "Vou-lhe dar o anel porque ela até não é má moça. Tem é um pequeno desequilíbrio".
Depois de uma vida longa de trabalho, Carlos Alberto queria era aproveitar tudo o que a vida tinha de melhor, sem nunca esquecer que tinha que ser aproveitado da melhor forma; tinha dinheiro "qb" para ter "várias Anabelas" e sem sorrisos metálicos. Aquele sorriso metálico cansara-o e segundo ele, não dava jeito nenhum. "Beijar e afins são um sacrifício", dizia ele aos amigos.
Por isso quando viu Anabela nos braços de Tó Jó, tinha ali a solução ao seu problema: iria conseguir terminar o relacionamento. O banqueiro naquela noite fez a representação da sua vida - visto que namorar com Anabela era o papel que tinha vindo a representar nos últimos tempos e com muito sacrifício.
Sair da discoteca Moonlight de uma forma furiosa fez parte dos seus planos. Assim fez o papel de noivo traído e acabaria o relacionamento com o enfadonho sorriso metálico no dia seguinte.
Solteiro e com dinheiro o banqueiro estava outra vez livre para conquistar mas sem ser conquistado, visto quem tem dinheiro pode dar-se a esse luxo, dizia e pensava ele.
Quando soube da morte de Anabela, Carlos até teve pena dela. Mas não se deixou abater e foi logo à procura da sua próxima conquista, com quem iria passar algum tempo.
E o Tó Jó? Onde se encaixa ele aqui?
Ele que naquela noite tinha conseguido "vingar-se" de Anabela, fazendo-a trair o seu suposto grande amor, que era supostamente Carlos Alberto, o famoso banqueiro.
Pois, mas o grande problema de Tó Jó é que nunca esqueceu o amor que outrora tinha sentido pela famosa "Sorriso Metálico".
Após uma noite tórrida de sexo carregada de amor-ódio, em que os dois corpos que no passado tinham sido um, estavam de novo ligados não só sexualmente como emocionalmente, os sentimentos tinham traído Tó Jó, fazendo-o sentir mais uma vez aquele amor profundo que um dia sentira por Anabela. O amor continuava lá. "Como posso eu continuar a gostar tanto de ti..."
"Mas tu achas que eu vou cancelar o meu casamento por causa de uma coisa de uma noite? Achas que foi assim tão significativa?" disse Anabela a Tó Jó de uma forma totalmente descontrolada e carregada, também, de amor-ódio.
"Nada mudou Tó Jó! Nada! Ouviste?"
Foi a última coisa que Tó Jó esperava ouvir. E foi a última coisa que ouviu de Anabela.
O seu coração estava quebrado em mil pedaços e a irracionalidade tomou conta de si. Num último impulso de amor-ódio, Tó Jó agarrou Anabela pela última vez nos seus braços, olhou para ela e quebrou a última e única ligação que tinha com Anabela..
"Adeus Anabela. Adeus meu amor... Agora estou livre...", pensou enquanto o corpo de Anabela se transformava num anjo-caído...
Amar alguém é deixa-lo partir, olhar o céu e ver na dança da lua um momento qualquer em que talvez volte... sem nada pedir... nem nunca esperar...
Mas Tó Jó nunca mais esperou... E seguiu a sua vida sem nunca olhar para trás...
Mas Carlos Alberto apesar de ferido no seu orgulho másculo não se deixou abater, visto ter analisado aquele desaire de uma forma muito mais racional do que se estava à espera.
Casar nunca esteve nos seus planos; mas Carlos Alberto não conseguiu demover Anabela daquele sonho que qualquer mulher tem quando menina: casar na igreja, de véu e grinalda e sem esquecer a famosa flor de laranjeira. Ele até gostava de Anabela mas lá fundo, fundindo, não o suficiente para casar, mas devido ao temperamento instável de Anabela, nunca se atrevera a falar-lhe em adiar o casamento ou mesmo terminar o relacionamento, dado temer pela sua vida, porque só ele conhecia o lado lunar de Anabela de nome "Sorriso Metálico". Lado esse que lhe exigira o famoso anel de noivado, de uma forma muito subtil.
"Coitada", pensou. "Vou-lhe dar o anel porque ela até não é má moça. Tem é um pequeno desequilíbrio".
Depois de uma vida longa de trabalho, Carlos Alberto queria era aproveitar tudo o que a vida tinha de melhor, sem nunca esquecer que tinha que ser aproveitado da melhor forma; tinha dinheiro "qb" para ter "várias Anabelas" e sem sorrisos metálicos. Aquele sorriso metálico cansara-o e segundo ele, não dava jeito nenhum. "Beijar e afins são um sacrifício", dizia ele aos amigos.
Por isso quando viu Anabela nos braços de Tó Jó, tinha ali a solução ao seu problema: iria conseguir terminar o relacionamento. O banqueiro naquela noite fez a representação da sua vida - visto que namorar com Anabela era o papel que tinha vindo a representar nos últimos tempos e com muito sacrifício.
Sair da discoteca Moonlight de uma forma furiosa fez parte dos seus planos. Assim fez o papel de noivo traído e acabaria o relacionamento com o enfadonho sorriso metálico no dia seguinte.
Solteiro e com dinheiro o banqueiro estava outra vez livre para conquistar mas sem ser conquistado, visto quem tem dinheiro pode dar-se a esse luxo, dizia e pensava ele.
Quando soube da morte de Anabela, Carlos até teve pena dela. Mas não se deixou abater e foi logo à procura da sua próxima conquista, com quem iria passar algum tempo.
E o Tó Jó? Onde se encaixa ele aqui?
Ele que naquela noite tinha conseguido "vingar-se" de Anabela, fazendo-a trair o seu suposto grande amor, que era supostamente Carlos Alberto, o famoso banqueiro.
Pois, mas o grande problema de Tó Jó é que nunca esqueceu o amor que outrora tinha sentido pela famosa "Sorriso Metálico".
Após uma noite tórrida de sexo carregada de amor-ódio, em que os dois corpos que no passado tinham sido um, estavam de novo ligados não só sexualmente como emocionalmente, os sentimentos tinham traído Tó Jó, fazendo-o sentir mais uma vez aquele amor profundo que um dia sentira por Anabela. O amor continuava lá. "Como posso eu continuar a gostar tanto de ti..."
"Mas tu achas que eu vou cancelar o meu casamento por causa de uma coisa de uma noite? Achas que foi assim tão significativa?" disse Anabela a Tó Jó de uma forma totalmente descontrolada e carregada, também, de amor-ódio.
"Nada mudou Tó Jó! Nada! Ouviste?"
Foi a última coisa que Tó Jó esperava ouvir. E foi a última coisa que ouviu de Anabela.
O seu coração estava quebrado em mil pedaços e a irracionalidade tomou conta de si. Num último impulso de amor-ódio, Tó Jó agarrou Anabela pela última vez nos seus braços, olhou para ela e quebrou a última e única ligação que tinha com Anabela..
"Adeus Anabela. Adeus meu amor... Agora estou livre...", pensou enquanto o corpo de Anabela se transformava num anjo-caído...
Amar alguém é deixa-lo partir, olhar o céu e ver na dança da lua um momento qualquer em que talvez volte... sem nada pedir... nem nunca esperar...
Mas Tó Jó nunca mais esperou... E seguiu a sua vida sem nunca olhar para trás...
O amor perguntou ao ódio: Porque me odeias tanto? O ódio respondeu: Porque um dia te amei demais.
Auto de Notícia
Aos 24 dias do mês de Janeiro de 2009, pelas 08:00 horas, nesta cidade de S. Paulo, quando eu – Godot, Agente de Qualquer Coisa, me encontrava no exercício das minhas funções, deparei-me com um corpo inanimado a flutuar na lagoa Rodrigo de Freitas, junto ao pontão de desportos náuticos.
Tomei logo as devidas providências para uma inicial análise do estado da vítima. Não havendo mais nada a fazer pela mesma, contactei a assistência diferenciada do INEM, que pelas 08:25 horas, compareceu no local, tendo o óbito sido confirmado pelo Dr. Aníbal Pereira, membro da equipa do INEM presente.
Como procedimento normal, o corpo da vítima foi revistado havendo-se confirmado a sua identidade, sendo este João do Céu Gostoso, morador no Morro Da Babilónia, solteiro, desempregado, nascido a 15/03/1971, natural da Baía, filho de Norberto Cléber Gostoso e de Taciana do Céu Gostoso.
Durante o decorrer da operação fui contactado por Carlos Amílcar Gonçalves, amigo de João do Céu Gostoso, casado, titular do bilhete de identidade N.º 10983595, emitido em 01/02/2002, pelo estado de Guaraná, nascido a 29/10/1975, natural de Brasília, filho de José Manuel Gonçalves e de Jacinta Amílcar Gonçalves, residente no morro da Babilónia, Rua 3, barraco 3024. Que afirmou ter estado com o falecido na madrugada passada até às 02:00 horas, tendo este saído sozinho do bar Vinte de Novembro, supostamente embriagado e demonstrando júbilo.
O corpo da vítima seguiu com a equipa do INEM que tomou as devidas providências, tendo contactado com o médico legista de serviço.
Podendo-se tratar de suicídio ou não, este caso requererá posterior investigação, perante os dados por mim analisados.
Testemunharam os factos o Dr. Aníbal Pereira e a sua equipa do INEM.
Por ser verdade e para se constar se lavrou o presente auto que, depois de lido e achado conforme vai ser devidamente assinado.
Tomei logo as devidas providências para uma inicial análise do estado da vítima. Não havendo mais nada a fazer pela mesma, contactei a assistência diferenciada do INEM, que pelas 08:25 horas, compareceu no local, tendo o óbito sido confirmado pelo Dr. Aníbal Pereira, membro da equipa do INEM presente.
Como procedimento normal, o corpo da vítima foi revistado havendo-se confirmado a sua identidade, sendo este João do Céu Gostoso, morador no Morro Da Babilónia, solteiro, desempregado, nascido a 15/03/1971, natural da Baía, filho de Norberto Cléber Gostoso e de Taciana do Céu Gostoso.
Durante o decorrer da operação fui contactado por Carlos Amílcar Gonçalves, amigo de João do Céu Gostoso, casado, titular do bilhete de identidade N.º 10983595, emitido em 01/02/2002, pelo estado de Guaraná, nascido a 29/10/1975, natural de Brasília, filho de José Manuel Gonçalves e de Jacinta Amílcar Gonçalves, residente no morro da Babilónia, Rua 3, barraco 3024. Que afirmou ter estado com o falecido na madrugada passada até às 02:00 horas, tendo este saído sozinho do bar Vinte de Novembro, supostamente embriagado e demonstrando júbilo.
O corpo da vítima seguiu com a equipa do INEM que tomou as devidas providências, tendo contactado com o médico legista de serviço.
Podendo-se tratar de suicídio ou não, este caso requererá posterior investigação, perante os dados por mim analisados.
Testemunharam os factos o Dr. Aníbal Pereira e a sua equipa do INEM.
Por ser verdade e para se constar se lavrou o presente auto que, depois de lido e achado conforme vai ser devidamente assinado.
Auto de Notícia
Aos 23 dias de Janeiro de 2009, pelas 09.40 horas, nesta cidade do rio de Janeiro e Posto dos Galochas de Pau, onde eu Ceto agente secreto de Sauron da Policia Galochas, me encontrava no exercício das minhas funções, fui informada telefonicamente, pelo piquete do comando local do rio de Janeiro da Policia Galochas, agente XXXX, da existência de um corpo humano que havia sido recolhido do Lago Rodrigo de Freitas, por agentes desta policia.
de imediato desloquei-me para o local, acompanhado pelo agente YYYY, desta Policia, onde pude confirmar da existência do referido corpo humano, tendo-se constatado tratar-se de João Gostoso, nascido a 25 de Agosto de 1970, natural do Rio de Janeiro, solteiro, morador no Morro da Babilónia, filho de Zé Gostoso e de Maria Gostoso, com o bilhete de identidade n.º 1111111, emitido em 02 de Setembro de 2004, pelos serviços de identificação civil o Rio de Janeiro, tendo este aparentemente se atirado ao referido lago, onde se afogou, na madrugada da presente data.
Face á ocorrência foi, solicitada a presença das autoridades de saúde do Rio de Janeiro, tendo comparecido o Dr. JJJJ, que confirmou o óbito pelas 11.50 horas.
Seguidamente, os factos foram comunicados ao Exm.º Senhor Procurador-Adjunto de turno, junto do Tribunal Judicial da Comarca do Rio de Janeiro, Dr. ZZZZ, que após tomar conhecimento dos factos e por não existirem indícios de violência, autorizou a remoção do cadáver para a morgue do hospital do Rio de Janeiro, o que foi efectuado através de uma ambulância dos Bombeiro Voluntários do Rio de Janeiro.
Mais dou notícia que, segundo um amigo da vitima, Sr. OOO, morador do Bairro Peixe Fresco, o Sr. João Gostoso foi visto a beber, a cantar e a dançar, não deixando transparecer a sua intenção, quando pelas 02.00 horas abandonou sozinho o Bar " Paga e Bebe".
Á ocorrência, foi atribuído o NUIPC 222/09.1, pela Guarda Nacional, que aquando do eventual suicídio, iniciou as diligências.
Junto se anexa, Verificação do Óbito, emitido pela Autoridade de Saúde do Rio de Janeiro, bem como Relatório de entrada do cadáver na morgue do referido hospital.
Por ser verdade e para constar, se lavrou o presente auto que, depois de lido e achado conforme, vai ser devidamente assinado.
de imediato desloquei-me para o local, acompanhado pelo agente YYYY, desta Policia, onde pude confirmar da existência do referido corpo humano, tendo-se constatado tratar-se de João Gostoso, nascido a 25 de Agosto de 1970, natural do Rio de Janeiro, solteiro, morador no Morro da Babilónia, filho de Zé Gostoso e de Maria Gostoso, com o bilhete de identidade n.º 1111111, emitido em 02 de Setembro de 2004, pelos serviços de identificação civil o Rio de Janeiro, tendo este aparentemente se atirado ao referido lago, onde se afogou, na madrugada da presente data.
Face á ocorrência foi, solicitada a presença das autoridades de saúde do Rio de Janeiro, tendo comparecido o Dr. JJJJ, que confirmou o óbito pelas 11.50 horas.
Seguidamente, os factos foram comunicados ao Exm.º Senhor Procurador-Adjunto de turno, junto do Tribunal Judicial da Comarca do Rio de Janeiro, Dr. ZZZZ, que após tomar conhecimento dos factos e por não existirem indícios de violência, autorizou a remoção do cadáver para a morgue do hospital do Rio de Janeiro, o que foi efectuado através de uma ambulância dos Bombeiro Voluntários do Rio de Janeiro.
Mais dou notícia que, segundo um amigo da vitima, Sr. OOO, morador do Bairro Peixe Fresco, o Sr. João Gostoso foi visto a beber, a cantar e a dançar, não deixando transparecer a sua intenção, quando pelas 02.00 horas abandonou sozinho o Bar " Paga e Bebe".
Á ocorrência, foi atribuído o NUIPC 222/09.1, pela Guarda Nacional, que aquando do eventual suicídio, iniciou as diligências.
Junto se anexa, Verificação do Óbito, emitido pela Autoridade de Saúde do Rio de Janeiro, bem como Relatório de entrada do cadáver na morgue do referido hospital.
Por ser verdade e para constar, se lavrou o presente auto que, depois de lido e achado conforme, vai ser devidamente assinado.
"A queda de um Anjo"
Anabela foi assassinada pelos braços musculados do Tó Jó, no fulgor da ultima discussão do casal de amantes furiosamente apaixonados.
Anabela não queria render-se ao amor por Tó Jó, pois preferia a comodidade e estabilidade financeira que José Alberto lhe podia proporcionar.
Tó Jó num momento de fúria, ao aperceber-se que, nada faria Anabela trocar de ideia e ficar com ele. Não controlou os seus músculos tonificados e com a mesma força que, desejara outrora abraçar e proteger Anabela. Empurrou-a, pois se ela não seria dele, também não seria demais ninguém. Devido aquele acto desmedido e momentos antes de se entregar ao sopro da morte. Anabela percebeu o quanto Tó Jó a amava e esboçou um sorriso brilhantemente metálico.
Numa eterna felicidade entregou-se dos braços do seu amor, para os braços da morte. Já não teria de tomar a difícil decisão de deixar o amor da sua vida, para se ligar á futilidade de uma vida desafogada por puro egoísmo.
Anabela não queria render-se ao amor por Tó Jó, pois preferia a comodidade e estabilidade financeira que José Alberto lhe podia proporcionar.
Tó Jó num momento de fúria, ao aperceber-se que, nada faria Anabela trocar de ideia e ficar com ele. Não controlou os seus músculos tonificados e com a mesma força que, desejara outrora abraçar e proteger Anabela. Empurrou-a, pois se ela não seria dele, também não seria demais ninguém. Devido aquele acto desmedido e momentos antes de se entregar ao sopro da morte. Anabela percebeu o quanto Tó Jó a amava e esboçou um sorriso brilhantemente metálico.
Numa eterna felicidade entregou-se dos braços do seu amor, para os braços da morte. Já não teria de tomar a difícil decisão de deixar o amor da sua vida, para se ligar á futilidade de uma vida desafogada por puro egoísmo.
O que se passou?
Ora aqui está uma bela pergunta! O que se terá passado após a calorosa noite de amor entre Tó Jó e Anabela para que ela tenha aparecido morta no dia seguinte?
Vejamos os factos:
O Tó Jó era um frustrado pois não conseguira enveredar pela carreira que gostaria (modelo) apesar de todos os atributos físicos que possuía. Tantos atributos apenas lhe valiam um trabalho como segurança de dia e um outro como dançarino a noite. Os mesmos atributos físicos não lhe serviram muito na conquista de uma mulher de "sonho" como qualquer homem gostaria em vez disso saiu-lhe na "rifa" a Anabela que de modelo não tinha nada e até se poderia dizer que seria a partida uma afugenta modelos. Apesar de tudo isso ele amava-a e não conseguia passar sem ela, sendo que os arrufos entre ambos devido a construção da varanda não autorizada pela administração do prédio pelo Tó Jó já constituíam um pronuncio de que não conseguiam passar um sem o outro.
A Anabela por seu lado, rapariga amorfa e sem jeito, com sorriso metálico de miúda, conseguiu um homem com corpo de modelo,trabalhador e de fazer inveja a qualquer mulher. Amava-o tanto que esse foi o seu pecado: a obsessão excessiva pelo Tó Jó. Sentia inveja dele e esses sentimentos corrompiam o seu espírito e consumiam-na por dentro. Deixou-o e procurou a felicidade junto de Carlos Alberto, de quem já se encontrava noiva, que não conseguiu encontrar pois, embora estivesse mais estável, o seu verdadeiro amor e coração encontravam-se com Tó Jó. Na noite de despedida de solteira Anabela vai ao local de trabalho de Tó Jó e envolve-se com ele, envolvimento esse que acaba na cama de Tó Jó.
Do Carlos Alberto Pouco se sabe, apenas que era bancário com aspecto menos bom, vestia-se a velho e era misterioso. As amigas de Anabela não o aprovavam e pelos vistos ela também não, a julgar pelo que fez na noite de despedida de solteira. Um ponto a relembrar é que de Carlos Alberto os apanhou em flagrante delito na discoteca nos braços um do outro já a traí-lo. Independentemente disso, Carlos Alberto preferiu sair do local do que os interpelar.
Será que Tó Jó cometeu um crime passional? Será que Anabela, louca por não aguentar estar tanto longe como perto de Tó Jó, decidiu por termo a própria vida? Ou será ainda que louco de ciúmes e pela traição de Anabela decidiu fazer justiça com as próprias maõs?
Na minha perspectiva a solução deste caso é simples. Tó Jó na discoteca viu que tinha sido visto por Carlos Alberto a ser traído e mais pessoas também tinham o tinham visto la, tal como as câmaras de segurança do estabelecimento tinham registado a sua presença o que lhe dava um motivo para a matar. Após noite de amor louca com Anabela, Tó Jó pediu-lhe que esta deixasse Carlos Alberto e continuasse com ele, mas Anabela sabia que embora morresse de amores por Tó Jó numa conseguiria ultrapassar os ciúmes e recusou. Destroçado mas frio como gelo Tó Jó deixou a Anabela regressar ao seu apartamento, calçou umas luvas foi atrás dela. Entrou no apartamento a pedir para falar com ela novamente ao que ela acedeu e acabou por empurra-la pela janela abaixo e partiu o apartamento de maneira a fazer os investigadores pensar que teria havido luta o que os levou a pensar que Carlos Alberto furioso com a traição tivesse cometido o crime por ciumes, enquanto que Tó Jó saiu ilibado de quaisquer responsabilidades.
Z
Vejamos os factos:
O Tó Jó era um frustrado pois não conseguira enveredar pela carreira que gostaria (modelo) apesar de todos os atributos físicos que possuía. Tantos atributos apenas lhe valiam um trabalho como segurança de dia e um outro como dançarino a noite. Os mesmos atributos físicos não lhe serviram muito na conquista de uma mulher de "sonho" como qualquer homem gostaria em vez disso saiu-lhe na "rifa" a Anabela que de modelo não tinha nada e até se poderia dizer que seria a partida uma afugenta modelos. Apesar de tudo isso ele amava-a e não conseguia passar sem ela, sendo que os arrufos entre ambos devido a construção da varanda não autorizada pela administração do prédio pelo Tó Jó já constituíam um pronuncio de que não conseguiam passar um sem o outro.
A Anabela por seu lado, rapariga amorfa e sem jeito, com sorriso metálico de miúda, conseguiu um homem com corpo de modelo,trabalhador e de fazer inveja a qualquer mulher. Amava-o tanto que esse foi o seu pecado: a obsessão excessiva pelo Tó Jó. Sentia inveja dele e esses sentimentos corrompiam o seu espírito e consumiam-na por dentro. Deixou-o e procurou a felicidade junto de Carlos Alberto, de quem já se encontrava noiva, que não conseguiu encontrar pois, embora estivesse mais estável, o seu verdadeiro amor e coração encontravam-se com Tó Jó. Na noite de despedida de solteira Anabela vai ao local de trabalho de Tó Jó e envolve-se com ele, envolvimento esse que acaba na cama de Tó Jó.
Do Carlos Alberto Pouco se sabe, apenas que era bancário com aspecto menos bom, vestia-se a velho e era misterioso. As amigas de Anabela não o aprovavam e pelos vistos ela também não, a julgar pelo que fez na noite de despedida de solteira. Um ponto a relembrar é que de Carlos Alberto os apanhou em flagrante delito na discoteca nos braços um do outro já a traí-lo. Independentemente disso, Carlos Alberto preferiu sair do local do que os interpelar.
Será que Tó Jó cometeu um crime passional? Será que Anabela, louca por não aguentar estar tanto longe como perto de Tó Jó, decidiu por termo a própria vida? Ou será ainda que louco de ciúmes e pela traição de Anabela decidiu fazer justiça com as próprias maõs?
Na minha perspectiva a solução deste caso é simples. Tó Jó na discoteca viu que tinha sido visto por Carlos Alberto a ser traído e mais pessoas também tinham o tinham visto la, tal como as câmaras de segurança do estabelecimento tinham registado a sua presença o que lhe dava um motivo para a matar. Após noite de amor louca com Anabela, Tó Jó pediu-lhe que esta deixasse Carlos Alberto e continuasse com ele, mas Anabela sabia que embora morresse de amores por Tó Jó numa conseguiria ultrapassar os ciúmes e recusou. Destroçado mas frio como gelo Tó Jó deixou a Anabela regressar ao seu apartamento, calçou umas luvas foi atrás dela. Entrou no apartamento a pedir para falar com ela novamente ao que ela acedeu e acabou por empurra-la pela janela abaixo e partiu o apartamento de maneira a fazer os investigadores pensar que teria havido luta o que os levou a pensar que Carlos Alberto furioso com a traição tivesse cometido o crime por ciumes, enquanto que Tó Jó saiu ilibado de quaisquer responsabilidades.
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